No Rio de Janeiro, o Conselho de Engenharia alerta para a má conservação e a falta de proteção adequada nos viadutos. Nesta segunda-feira (22), um carro despencou de uma altura de dez metros. No mesmo local onde ocorreu um acidente grave no ano passado.

Todos os três acidentes que aconteceram no mesmo trecho do Viaduto Brigadeiro Trompowski seriam evitados se fossem adotadas medidas relativamente simples de segurança. O alerta é do Crea. Segundo os técnicos do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, faltam manutenção e equipamentos de proteção adequados não apenas neste viaduto, mas na maioria dos viadutos antigos do Rio de Janeiro.

O asfalto irregular é um fator de risco. A passagem dos pedestres é estreita demais e ainda há postes pela frente. Mas o principal problema é a falta do chamado guarda-roda, uma mureta de proteção com aproximadamente 80 centímetros de altura que impede a passagem de qualquer veículo desgovernado.

“São aqueles curvos, no qual se o veículo bater nele, é jogado novamente para a pista. Tudo isso é uma questão de orçamento e de vontade de fazer”, explicou Manoel Lapa e Silva, engenheiro do Crea-RJ

Não é difícil encontrar pela cidade construções mais antigas, onde o chamado guarda rodas, quando existe, está ultrapassado.

São modelos com aproximadamente 40 centímetros de altura. A nova geração de guarda rodas, presente nas construções mais recentes, tem o dobro do tamanho.

“Eu recomendaria à Prefeitura trocar, substituir”, ressaltou Manoel Lapa e Silva.

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